O MÚLTIPLO PASOLINI A imagem de Pasolini projetada para o mundo foi a de cineasta. Uma forma muito reducionista de classificar alguém com tamanho volume de atividade e produção intelectual. Um raro momento em se pode conhecer um pouco mais de sua trajetória foi o livro da professora Maria Betânia Amoroso (Unicamp). Creio que essa breve resenha publicada em A Tarde Cultural contribuiu para a sua visibilidade.
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Mostrando postagens de setembro, 2024
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O EVANGELHO DE PASOLINI A leitura mais realista sobre a vida de Cristo. Depois de perseguido, o filme O Evangelho segundo são Mateus foi premiado pelo Vaticano. Certamente, a melhor criação de Pasolini com uma estética de poesia e imagem para falar de sacrifício e liberdade mítica. O controverso cineasta ganha nova face no cenário cultural italiano ao expor mais uma de suas inquietações. Na passagem dos 30 anos do seu lançamento, apresentei essa breve reflexão publicada no suplemento A Tarde Cultural, com destaque de capa.
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ADEUS À GALERIA 13 Salvador vivia um momento que não se aceitava bem o fechamento da Galeria 13, espaço alternativo que favorecia a cultura popular. Só quem frequentava o local sabia a falta que ia fazer na boemia do centro da cidade. Uma galeria dinâmica, abrigo de artistas de todas as linguagens e tendências, gerenciada pela veia anarquista do saudoso multi Deraldo Lima, estava na contagem regressiva para fechar as portas. Na época, a motivação de escrever e publicar algo foi imediata. A Tribuna da Bahia acolheu e publicou.
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GENTE DA BAHIA Nosso colega, o jornalista e pesquisador Gutemberg Cruz, autor de vários livros, sempre nos dá o prazer de uma boa leitura. Nesse livro ele apresenta personalidades baianas em pequenos textos para curiosos e interessados. Atualmente, a publicação está esgotada, portanto obra rara. Na época do lançamento, eu aproveitei a ocasião para escrever uma breve resenha, publicada em A Tarde Cultural.
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COMUNICAÇÃO E REBELDIA O livro do professor e pesquisador Florisvaldo Mattos está na 2ª edição. Reli e dediquei uma maior atenção a essa publicação que recomendo. Todo mês de agosto é tempo de lembrar e refletir sobre esse movimento na história brasileira para repensar a nossa construção social. Trabalho único na área da comunicação que deve estar nas referências das pesquisas e nas discussões fora do meio acadêmico. Minha resenha foi publicada na revista Outros Tempos da Universidade Estadual do Maranhão. Quem quiser acessar, aproveite. Segue o link: https://outrostempos.uema.br/index.php/outros_tempos_uema/article/view/698/pdf
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FILOSOFIA AFRICANA E AÇÕES AFIRMATIVAS O livro de Adilbênia Machado é uma das grandes produções acadêmicas do início do século. O original da dissertação de mestrado é o texto mais consultado da Universidade Federal da Bahia, segundo dados do Programa de pós graduação em Educação. Ainda no período do lançamento, tive acesso ao livro com o compromisso imediato de escrever sobre as impressões de encantamento, formas de aprender, racismo científico e ações afirmativas. Esta resenha foi publicada pela revista Escritas do Tempo da Unifesspa. Link para leitura: https://periodicos.unifesspa.edu.br/index.php/escritasdotempo/article/view/1306/585
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BUENA VISTA SOCIAL CLUB Um momento muito feliz foi quando escrevi essa resenha sobre o filme documentário de Win Wenders sobre a velha guarda da música cubana. As imagens remontam aos anos 1940 e exploram o sentimento de humanidade daqueles que traziam no sangue o talento musical adormecido. Histórias individuais que se entrelaçam e marcam um novo encontro de artistas que já estavam esquecidos. Depois de assistir algumas vezes, a motivação me levou a analisar o filme nesse texto publicado em A Tarde Cultural.
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LEMBRANÇAS DO PASQUIM O Pasquim foi um semanário classificado como da imprensa alternativa. Circulou entre os anos de 1969 e 1991 como um dos maiores fenômenos do mercado editorial brasileiro. A iniciativa dos jornalistas Tarso de Castro e Sérgio Cabral com o cartunista Jaguar tinha um perfil alinhado com a contracultura e de oposição ao regime militar. As abordagens sobre comportamento e política simbolizavam a indignação pública. Sua coleção se encontra disponível no arquivo da Biblioteca Nacional < https://bndigital.bn.gov.br/dossies/o-pasquim/ > completamente digitalizada. A matéria que segue foi publicada no jornal Tribuna da Bahia pela passagem dos seus 30 anos.
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EM NOME DA SAÚDE MENTAL A virada do século herdou o legado do escritor Roberto Freire, médico criador da somaterapia, um método libertário da criatividade. No lançamento de um dos seus últimos livros, o romance Liv e Tatziu, ele falou sobre sua obra. Numa conversa descontraída, em Salvador, ele deixou claro que o maior objetivo dos seus livros é dar saúde mental às pessoas. São de sua autoria Ame e dê vexame e Sem tesão não há solução . A matéria que segue é um registro do momento.
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EM DEFESA DA DIÁSPORA AFRICANA O que antes era ponto de fuga para o Quilombo Buraco do Tatu, hoje é um monumento reconhecido como patrimônio cultural afro-brasileiro e voltado para a conservação ambiental. Assim, o Parque Pedra de Xangô integra o espaço geográfico da cidade do Salvador, a partir de uma luta travada pela comunidade local junto ao poder público. É disso que trata o livro da advogada e arquiteta Maria Alice Pereira da Silva. O conteúdo gerou a resenha que segue publicada pela revista Odeere da Uesb. Link para leitura: https://periodicos2.uesb.br/index.php/odeere/article/view/6502/4844
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NA CORRENTEZA DO POVO IJEXÁ Grande surpresa saber que o povo ijexá sempre esteve presente entre aqueles de origem africana em meio à civilização iorubá. O livro do professor e pesquisador Vilson Caetano de Sousa Jr. proporcionou ampliar o conhecimento sobre as vertentes da diáspora negra na Bahia. Uma leitura que traz muita expectativa e ajuda a reconstruir um discurso livre de amarras etnocentristas. Portanto, aprendemos que o ijexá foi mais um dos grupos trazidos para as Américas na última fase do tráfico negreiro. Após o lançamento, tive a rara felicidade de escrever uma resenha sobre esse livro, publicada pela revista Calundu da UnB. Link para leitura: https://calundu.org/wp-content/uploads/2020/06/06.-marcos-rodrigues-preservac3a7c3a3o-ancestral-silenciosa.pdf