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  LEMBRANÇAS DO PASQUIM   O Pasquim foi um semanário classificado como da imprensa alternativa. Circulou entre os anos de 1969 e 1991 como um dos maiores fenômenos do mercado editorial brasileiro. A iniciativa dos jornalistas Tarso de Castro e Sérgio Cabral com o cartunista Jaguar tinha um perfil alinhado com a contracultura e de oposição ao regime militar. As abordagens sobre comportamento e política simbolizavam a indignação pública. Sua coleção se encontra disponível no arquivo da Biblioteca Nacional < https://bndigital.bn.gov.br/dossies/o-pasquim/ > completamente digitalizada. A matéria que segue foi publicada no jornal Tribuna da Bahia pela passagem dos seus 30 anos.
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  EM NOME DA SAÚDE MENTAL   A virada do século herdou o legado do escritor Roberto Freire, médico criador da somaterapia, um método libertário da criatividade. No lançamento de um dos seus últimos livros, o romance Liv e Tatziu, ele falou sobre sua obra. Numa conversa descontraída, em Salvador, ele deixou claro que o maior objetivo dos seus livros é dar saúde mental às pessoas. São de sua autoria Ame e dê vexame e Sem tesão não há solução . A matéria que segue é um registro do momento.    
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  EM DEFESA DA DIÁSPORA AFRICANA   O que antes era ponto de fuga para o Quilombo Buraco do Tatu, hoje é um monumento reconhecido como patrimônio cultural afro-brasileiro e voltado para a conservação ambiental. Assim, o Parque Pedra de Xangô integra o espaço geográfico da cidade do Salvador, a partir de uma luta travada pela comunidade local junto ao poder público. É disso que trata o livro da advogada e arquiteta Maria Alice Pereira da Silva. O conteúdo gerou a resenha que segue publicada pela revista Odeere da Uesb. Link para leitura:  https://periodicos2.uesb.br/index.php/odeere/article/view/6502/4844  
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  NA CORRENTEZA DO POVO IJEXÁ   Grande surpresa saber que o povo ijexá sempre esteve presente entre aqueles  de origem africana em meio à civilização iorubá. O livro do professor e pesquisador Vilson Caetano de Sousa Jr. proporcionou ampliar o conhecimento sobre as vertentes da diáspora negra na Bahia. Uma leitura que traz muita expectativa e ajuda a reconstruir um discurso livre de amarras etnocentristas. Portanto, aprendemos que o ijexá foi mais um dos grupos trazidos para as Américas na última fase do tráfico negreiro. Após o lançamento, tive a rara felicidade de escrever uma resenha sobre esse livro, publicada pela revista Calundu da UnB. Link para leitura:  https://calundu.org/wp-content/uploads/2020/06/06.-marcos-rodrigues-preservac3a7c3a3o-ancestral-silenciosa.pdf    
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CONVERSA COM LOYOLA BRANDÃO      Um raro privilégio que tive foi conhecer pessoalmente o escritor Ignácio de Loyola Brandão quando esteve em Salvador para o lançamento do livro Sonhando com o demônio. Antes, ele fez um bate papo no Teatro Vila Velha sobre a forma de escrever e suas fontes de inspiração. O entusiasmo do momento resultou nessa matéria publicada no jornal Tribuna da Bahia.   
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ALAFIN DE OYÓ NA BAHIA O Seminário Internacional para Preservação do Patrimônio Cultural Compartilhado Brasil-Nigéria marcou a passagem pela Bahia do detentor legítimo do poder da coroa de Xangô em Oyó. A diáspora africana de Salvador passou uma semana de intercâmbio com a comitiva nigeriana liderada pelo Alaafin Oyo, Obá Ladeyemi III. Este breve vídeo documentário faz uma leitura testemunhal sobre o evento ocorrido em julho de 2014. Link para assistir    https://www.youtube.com/watch?v=7EcTLheREQA&t=84s  
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 O PRECURSOR DAS AÇÕES AFIRMATIVAS    Resenha do livro: GLEDHILL, Sabrina (org.). (Re)apresentando Manuel Querino - 1851/1923: um pioneiro afro-brasileiro nos tempos do racismo científico. Salvador: Sagga editora, 2021. 194 p.       O livro organizado pela pesquisadora Sabrina Gledhill nos apresenta ou reapresenta a trajetória do intelectual e ativista baiano Manuel Querino (1851-1923), um pioneiro na construção do discurso civilizatório afro-brasileiro, nos tempos do racismo científico, conforme anunciado na capa. Nascido em Santo Amaro (BA), ainda no período colonial, Querino certamente pode ser considerado o precursor da luta por ações afirmativas da população negra, com base nos lugares que ocupou como educador, sindicalista, político, etnólogo e escritor.      Link para leitura:  https://www.cadernosuninter.com/index.php/humanidades/article/view/2875