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  FILHOS DE GANDHI: 70 ANOS DE FOLIA Já sem o brilho e a espontaneidade de outros anos, o carnaval está pós-moderno sem mesmo saber se algum dia foi moderno e ainda produz celebrações. Divagações à parte, em 2019 um ponto que certamente marca a folia é o 70º aniversário do Afoxé Filhos de Gandhi. Com isso, creio que seja importante tirar de baixo do tapete o livro do jornalista Anísio Félix, Filhos de Gandhi, a história de um afoxé, publicação esgotada que muito deveria estar com uma nova edição entre nós. Com a dinâmica do jornalismo e partindo da oralidade, Anísio garantiu a nossa memória ao registrar como fonte primária a fala dos fundadores do bloco. Sempre disposto a não perder tempo, foi atrás dos estivadores do porto para recolher seus depoimentos sobre a criação de um dos principais afoxés de Salvador e como foi à rua pela primeira vez no carnaval de 1949. Até hoje desfilam como ancestrais nesse registro Vavá Madeira, Antonio de Emiliano, Aloísio Gaiolão, Panguara, Mica...
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A UTILIDADE DA COR      Durante o curso de mestrado, minha primeira experiência de apresentação de trabalhos em eventos foi com esse texto, no III Seminário Preconceito na fala, preconceito na fala, ocorrido em Salvador, a convite da coordenadora Antonia Santos. Em seguida apresentei à revista Extensão & Cidadania da UESB, que estava lançando o primeiro número e o aprovou para publicação. Aqui segue o link para conferir a leitura   https://periodicos2.uesb.br/index.php/recuesb/article/view/2230/1888   
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  HISTÓRIA DE VIDA Este é o último capítulo da dissertação de mestrado no Pós Afro (UFBA), cujo relato parcial aqui segue sobre o perfil de Balbina Bárbara de Santana, líder religiosa multifacetada, responsável pelo culto do caboclo na Ilha de Maré (Salvador/BA). O texto foi aprovado e publicado pela revista Cadernos de Ciências Sociais da UFRPE.   http://www.journals.ufrpe.br/index.php/cadernosdecienciassociais/article/view/4345/482484286
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  A ENTREVISTA NO TRABALHO DE CAMPO Ainda na luz de janeiro/22 sou agraciado com nova publicação, fruto da pesquisa de mestrado, agradecido pela oportunidade  neste início de ano. Aqui segue o texto apresentado e aprovado pela revista Sociologias Plurais da UFPR.  https://revistas.ufpr.br/sclplr/article/view/84502/45736  
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                                                                             INTOLERÂNCIA RELIGIOSA  Em tempos de confronto, ataques fundamentalistas contra os princípios religiosos de matriz africana e em que a justiça nunca apresenta um desfecho sobre os casos denunciados, importa refletir sobre a força da fé e do interesse do poder público perante a nossa laicidade. Esse texto foi publico no jornal A Tarde em 22/1/2016.  ' LIBERDADE RELIGIOSA E SUAS AMBIGUIDADES   Em meio à passagem do Dia de luta contra a intolerância religiosa (21/1) , queria aproveitar este espaço para refletir sobre um assunto que vira e mexe aparece nos debates como um avanço social da comunidade negra ou dos adeptos da religiosidade afrobrasileira. São passados 40 an...
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                                                                                    FILOSOFIA  AFRICANA      Aproveito o aniversário de publicação desse texto para postar aqui e registrar na memória do nosso tempo. Essa reflexão sobre a defesa da dissertação de mestrado de Adilbênia Machado, na Faculdade de Educação da UFBA, foi publicada no jornal A Tarde em 19/1/2015.  FILOSOFIA AFRICANA COMO AÇÃO AFIRMATIVA Num período em que se reflete a passagem do aniversário da Revolta dos Malês, várias são as iniciativas de reparação nos estudos etnológicos no Brasil. Uma iniciativa oficial tardia tornou obrigatório o ensino da história e da cultura africana e afro-brasileira em todos os níveis do ensino básico, através da ...
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  PRIMEIRO POST Bem vindo ao blog Memória Mestiça. O espaço é destinado a compartilhar ideias, textos e imagens de minha produção. As publicações  registram uma memória mestiça à luz do conhecimento entre idas e vindas, encontros e desencontros, lembranças e aprendizados. Quem quiser embarcar nessa viagem, tem carona garantida sem sair do lugar, apenas com o prazer da leitura. Chegou a hora de começar.